Cartaz que marca a participação da Praia do Forte, na Bahia: 4.353 lâmpadas desligadas na Hora do Planeta 2014<br />© CentroTour
Mais uma vez a turística Praia do Forte, localizada no município baiano de Mata de São João, participa com força total da Hora do Planeta 2014. A ação coletiva envolve comunidades, empresas, organizações e instituições locais – um esforço conjunto que, além de desenvolver a educação ambiental, incentivará o desligamento de 4.353 pontos de luz na região. Além da Praia do Forte, o município baiano lista em Termo de Adesão a Alameda do Sol e a Praça da Alegria
 
Foi feito um programa de adesão para o cadastro dos estabelecimentos participantes e das lâmpadas a serem desligadas. Uma importante parceria foi feita com o envolvimento da Prefeitura de Mata de São João, destacada no cadastro dos municípios participantes como a primeira cidade da Bahia a aderir, e a segunda da Região Nordeste do País. 
 
A empresa de serviços em turismo CentroTour é a responsável pela mobilização. Aparecem como apoiadores a Prefeitura de Mata de São João, a Turisforte (Associação Comercial e Turística da Praia do Forte), a Central Forte de Negócios, o Projeto Tamar, o Instituto Baleia Jubarte, o Projeto Floresta Sustentável, a Fundação Garcia D´Ávila e o projeto Jogue Limpo.
 
Entre os estabelecimentos que se cadastraram para participar da Hora do Planeta 2014 na cidade estão o Iberostar Hotel Praia do Forte, as pousadas Porto da Lua e Sobrado da Vila, a Praia do Forte Turismo, o restaurante Terreiro Bahia, a creperia Bananas Crepes e Saladas, a loja de joias Sancy Brazil e o Nori Depósito de Bebidas
 
Em 2013, a Praia do Forte, importante polo turístico do litoral baiano, contribuiu para a ação com o desligamento de 3.647 lâmpadas.
 
Participe também!
 
 Chame amigos e familiares e venha comemorar a Hora do Planeta com o WWF-Brasil!<br />© WWF-BrasilPela primeira vez São Paulo será a sede nacional da Hora do Planeta, maior movimento mundial contra o aquecimento global, promovido no País pela organização ambientalista WWF-Brasil. No sábado, 29 de março, um interruptor gigante instalado na Praça Victor Civita, em Pinheiros, irá apagar simbolicamente todas cidades brasileiras participantes e iniciar oficialmente à Hora do Planeta no Brasil. 
 
O evento terá apresentação do Grupo de Dança Pélagos, uma EcoPista (pista de dança que gera e armazena energia) e algumas surpresas relacionadas a dois embaixadores da campanha: o Homem-Aranha e o homem do farol
 
Todos estão convidados a demonstrar sua preocupação com o planeta levando velas, lanternas e cartazes. Chame amigos e familiares e venha comemorar a Hora do Planeta com o WWF-Brasil!
 
"O evento oficial é o momento de reunirmos parceiros, apoiadores e a população em geral em torno desse grande ato simbólico que une mais de 7000 cidades no mundo todo", afirma a superintendente de Comunicação, Marketing e Engajamento do WWF-Brasil, Renata A. Soares, lembrando que esse ano a Hora do Planeta tem o slogan "Use seu poder para salvar o planeta", um estímulo para engajar as pessoas no movimento e simbolizar que todos nós temos poder para fazer mudanças. Renata também cita o importante apoio dos atores Tainá Müller e Reynaldo Gianecchini, que esse ano são os embaixadores oficiais da Hora do Planeta no Brasil.
 
Todos temos o poder
 
O personagem Homem-Aranha é o primeiro super-herói a ser nomeado embaixador global da Hora do Planeta – o que foi possível por meio de uma parceria pioneira com a Sony Pictures. Herói do filme "O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro",  com lançamento previsto para 01 de maio no Brasil, o personagem, junto com os atores Andrew Garfield, Emma Stone, Jamie Foxx e o diretor Marc Webb, apoiam uma iniciativa global de arrecadação de recursos para projetos ambientais no mundo todo. O filme é "eco-friendly" e teve considerações com o meio ambiente em toda a produção.
 
Já o homem do farol, um simpático personagem criado pela agência Grey Brasil, é morador e administrador de um farol, e não poderá desligar suas luzes na Hora do Planeta – mas faz de tudo para engajar os brasileiros no movimento do dia 29 de março. Ele será o responsável pelo acionamento do interruptor gigante. 
 
O evento Hora do Planeta 2014 em São Paulo conta com o apoio do Grupo Abril e Praça Victor Civita, da Sony Pictures, da empresa Ecogreens e do Grupo de Dança Pélagos.
 
Confirme sua participação na página do evento no Facebook
A TAM e WWF-Brasil: parceiros desde 2012 por meio do Clube Corporativo<br />© WWF-BrasilQuem viajar de TAM durante o mês de março irá receber uma dica bem importante: "use seu poder e salve o planeta". A frase faz parte do anúncio (foto) publicado na revista TAM Nas Nuvens, distribuída em todos os voos da companhia aérea. A peça foi produzida pelo WWF-Brasil especialmente para a publicação.
 
Por meio do seu Clube Corporativo, o WWF-Brasil conta com a parceria da companhia aérea desde 2012.  A TAM apoia os projetos desenvolvidos pela organização em todo o País e, em contrapartida, o WWF-Brasil se encarrega de engajar os funcionários da empresa em suas campanhas.
 
Como as empresas podem participar
 
Existem diversas formas para sua empresa fazer parte da Hora do Planeta 2014 – que acontece no dia 29 de março (sábado), entre 20h30 e 21h30. O apoio pode se dar apagando as luzes não essenciais durante sessenta minutos, na data e hora marcadas, divulgando a mensagem da Hora do Planeta entre os parceiros, clientes e colaboradores ou tornando-se um patrocinador oficial.
 
Oficialize a participação de sua empresa na Hora do Planeta cadastrando-a pelo formulário que aparece na seção "Empresas" aqui no site. Lá é possível também encontrar todos os detalhes de como se tornar parceiro do maior ato global contra o aquecimento global e as mudanças climáticas.
 
A atriz irá convidar as pessoas a © Daryan DornellesEngajada na causa ambiental, a atriz Tainá Müller aceitou o convite do WWF-Brasil para ser a Embaixadora da Hora do Planeta em 2014. No ar na novela Em Família, da Rede Globo, Tainá irá atuar como uma porta-voz da campanha ajudando a engajar o maior número de brasileiros para o apagar das luzes do sábado, 29 de março. Na entrevista, a atriz conta por que aceitou o convite e como atua no seu poder no dia a dia para colaborar com a conservação planeta.
 
Como aconteceu seu envolvimento com o WWF-Brasil? 
Uma amiga da época que eu fazia teatro em São Paulo trabalha no WWF-Brasil. Ela me contou sobre o trabalho da ONG, ficou horas me explicando como funcionava, e eu me animei. Já fazia tempo que eu queria me engajar na causa ambiental. 
 
O que mais te atraiu na atuação do WWF-Brasil?
Além do trabalho como um todo, que é muito sério, achei a ação deles eficaz justamente por eles também trabalharem diretamente com empresas – que é um setor que polui muito, mas que também pode ajudar bastante. 
 
Você se tornou embaixadora da Hora do Planeta 2014. O que você irá fazer?
Vou ser uma porta-voz do movimento, que é o maior no mundo todo contra o aquecimento global. A ideia é ajudar a disseminar a mensagem, pedir para as pessoas participarem – apagando as luzes no dia 29 de março – e mais que isso: convidá-las a rever suas atitudes cotidianas.
 
É muito importante ter uma pessoa pública ajudando nisso, não?
A exposição ajuda, sim. Mas penso nessa questão desde criança. E eu sei que muitas pessoas também pensam, mas não sabem muito bem o que fazer. 
 
Muitas pessoas enxergam essa causa como perdida. Você é uma otimista com relação a essa questão?
Ser alarmista e negativa faz com que você se anestesie e acabe não fazendo nada. O homem chegou tão longe com sua imaginação e vontade de sobreviver, por que agora desistir de sua "casa", se abandonar ao próprio extermínio? Sempre há algo a fazer, só não podemos ter medo – de exigir, de fiscalizar, de brigar para evitar que se destrua o que é fundamental para manter a vida na Terra. É essa a consciência que pretendo ajudar a disseminar. 
 
E como você faz isso no seu dia a dia, para "além da hora"?
Começo tratando todo mundo bem e exigindo ser tratada da mesma forma. 
Para mim, o maior desafio é não esquecer o outro, é lembrar que cada pessoa que você esbarra na rua merece o seu respeito. 
 
O que você pensa sobre o modo como o homem utiliza os recursos naturais do planeta?
A gente tem tudo muito "fácil". Abre a torneira e sai água, compra comida em cada esquina. Mas nem sempre foi assim. A água e a comida foram, durante milhares de anos o principal objetivo do ser humano. Por isso acho importante manter a consciência de que os recursos do planeta são limitados – eu sou responsável pela água e energia que gasto, pelo lixo que produzo, pela poluição que gero ao andar de carro. Mantendo isso em mente, saindo do "automático", posso ter atitudes cotidianas que minimizam os danos. 
 
O que você acha da postura do Brasil no que toca às questões ambientais?
Infelizmente estamos engatinhando nesse sentido. Desde não conseguimos frear o desmatamento até tomamos banho de mar onde desembocam esgotos e não nos importamos com isso. É só ver o Rio de Janeiro, uma cidade com uma natureza deslumbrante, mas que está agonizando com areias poluídas e mar na maioria das vezes impróprio para o banho. Precisamos entender que reverter a destruição ambiental está diretamente ligado à saúde, à educação, ao transporte, à distribuição de renda e assim por diante.
 
O designer gráfico Quim com o © DivulgaçãoDesde 2011, Joaquim Grigório Cantanhêde Neto, conhecido por Quim, 24 anos, é um dos principais protagonistas da Hora do Planeta na cidade de Pedreiras, no interior do Maranhão. Designer gráfico, o jovem é um exemplo de ativismo e mobilização, e por meio da mensagem e da força de comunicação da Hora do Planeta usa o movimento para alcançar resultados concretos na sua comunidade.
 
Muito além do apagar dos ícones, Quim coordena uma verdadeira campanha local com a mobilização em escolas, contatos com a imprensa e produção de vídeos e peças de campanha. Entre os resultados cita a criação pela prefeitura local da Cooperativa de Resíduos Sólidos, para enfrentar um dos principais problemas da região. "Na minha visão, o maior benefício da Hora do Planeta é justamente colocar em pauta a questão ambiental, algo que ainda é pouco discutido aqui", afirma ele. Inspire-se pela entrevista do rapaz.
 
O que você viu na Hora do Planeta que te fez se identificar tanto com o movimento?
O que me fez, de certa forma, incorporar esse movimento ao meu estilo de vida foram exatamente os problemas ambientais que eu percebia aqui na minha cidade (Pedreiras/Maranhão). Nós temos um lixão aqui, de grandes proporções, próximo dele nós temos um igarapé, a cidade também tem um bosque, temos um riacho e o rio principal, o Rio Mearim. Então, foi a forma como as coisas se dão aqui, a falta de campanhas e iniciativas ambientais, fez com que eu sentisse vontade de espalhar e difundir a ideia, e a aderir. Depois fui chamando outras pessoas.
 
E por onde você começou?
Eu cursava geografia, conheci o evento pela internet e fui pesquisar, me atualizar sobre o que se tratava, como ele acontecia aqui no Brasil, quais as cidades que aderiam. E depois disso eu me perguntei por que Pedreiras não poderia participar também. Então eu convidei alguns amigos da faculdade, o mais próximos na época, e começamos a tentar tirar as ideias do papel. Aí esse pequeno grupo levou essa história para toda a turma do curso de geografia. E por essa via a gente participou pela primeira vez, em 2011. 
 
E o que você fizeram?
Nós apagamos as luzes da avenida principal da cidade, a Avenida Rio Branco, onde ficam os principais comércios; apagamos também algumas praças; visitando algumas escolas fazendo campanha; fizemos vídeos para a TV local, divulgamos fotos. De alguma forma, a gente difundiu e espalhou o movimento principalmente entre a juventude – que é quem mais apoia a Hora do Planeta em Pedreiras. 

 
Então vocês foram atrás da Prefeitura...
Fomos. Na verdade, a gente primeiro procurou saber como fazer. Fomos ao Ministério Público, nos informamos sobre como poderíamos proceder, o MP nos direcionou, nos orientou a procurar a Prefeitura, nós conversamos com gestores, com o Secretário de Meio Ambiente, e não houve barreiras. Apagar as luzes propriamente foi algo que conseguimos de forma até tranquila. Nós tínhamos um projeto que explicava o evento, apresentamos esse material, e a partir do momento em que as autoridades compreenderam o movimento seguiu sem problemas. 
 
Mas você vai além disso, não? Você produz vídeos, sempre posta coisas no FB sobre o assunto – ou assuntos correlatos...
É verdade (risos)...
 
De onde vem suas ideias, como você se organiza para essas suas ações individuais?
Eu trabalho na área do audiovisual, de criação. Sou designer gráfico. Então junta essa questão de meio ambiente, de realmente gostar dessa temática, tento sempre me envolver, acredito que o mundo pode ser um pouco mais sustentável, com criatividade. E é exatamente isso que eu acho bacana na Hora do Planeta: a possibilidade de, em prol de um evento, unir sustentabilidade e criatividade. E aí eu vou encaixando as coisas, ir para as ruas, fazer as filmagens. O evento é global, de grandes proporções, mas a gente tenta puxar uma característica local, de problemas nossos nessa área. Isso para que os pedreirenses possam se identificar. Eu entendo que é mais fácil a gente atrair pessoas para o evento apresentando problemas daqui do que de outros lugares.
 
Então você diria que, nessa questão ambiental, o maior problema de Pedreiras está relacionado com o destino do lixo, com a ameaça a essas áreas de igarapé, do rio etc.?
Com certeza. Para você ter uma ideia, a cidade apresenta um déficit nessa questão de lixeiras [públicas], você anda pelas vias públicas e não encontra nenhuma! A gente tem muita dificuldade de encontrar locais corretos para descartar o lixo propriamente e também o que pode ser reciclado. A gente tem que colocar o lixo no bolso e trazer para jogar em casa (risos). Aqui essa questão da lei de destinação de resíduos sólidos se encontra defasada, e é justamente porque você não vê nenhuma mobilização para, por exemplo, encontrar meios alternativos para descarte do lixo ou para que esse lixão acabe. Muitas embalagens – sacolas plásticas etc. – que são descartadas na rua vão parar no rio. E a gente já sente as consequências dessa má destinação com o problema das enchentes. Pedreiras é nacionalmente conhecida por essa questão. Pelo fato de haver muitas casas próximas ao rio, nas margens etc., nós temos um problema crônico com danos causados pelas enchentes. É um transtorno, cara. O apocalipse (risos). 
 
Desde que você começou esse trabalho de forma mais sistemática, lá em 2011, você sentiu mudanças na cidade?
Algumas. Eu citaria a implantação da Cooperativa de Resíduos Sólidos – até então essa questão não era sequer comentada. Esse foi um projeto da Prefeitura que surgiu dentro do contexto da Hora do Planeta. Mas são mudanças tímidas. Mas a gente vê algumas pessoas buscando usarem menos seus carros e motos – e a frota de motos na cidade é enorme –, vê as pessoas andando mais a pé, procurando destinar de forma correta os resíduos. A questão ambiental como um todo, aqui em Pedreiras, tem sido mais discutida. Um exemplo é a criação do Grupo Tupiniquins. 
 
O que é esse grupo?
Depois que todo mundo se formou na faculdade cada um foi para um canto. Daí surgiu a necessidade de formar um grupo para a gente continuar em contato. E ele não aborda apenas a questão da Hora do Planeta, a gente aborda outros assuntos que estão relacionados ao meio ambiente. Na minha visão, o maior benefício da Hora do Planeta é justamente colocar em pauta a questão ambiental, algo que ainda é pouco discutido aqui.
 
E como vocês se articulam, quantas pessoas fazem parte desse grupo?
São 15 pessoas. Geralmente a gente tenta se inteirar das questões ambientais e políticas da cidade. Quando tem algum protesto envolvendo a questão ambiental geralmente a gente participa – muitas vezes da própria organização. Há um povoado aqui chamado São Raimundo onde tem um poço que jorra água 24 por dia – por conta de uma obra do Governo Federal. Isso levou os moradores a fazerem um protesto, e o Grupo Tupiniquins deu suporte para as pessoas poderem se organizar e fazer suas reivindicações. Afinal de contas, um poço que jorra 24 horas é um problema ambiental. Atuamos também na conscientização das pessoas, indo até as escolas, falando sobre as questões ambientais. Mas por uma questão de tempo, todo mundo trabalha em outras coisas, nossa maior realização são as ações ligadas à Hora do Planeta.
 
Você deve ser bem famoso na cidade por conta de toda essa atuação, não?
Um pouco, um pouco... (risos). Alguns me cumprimentam na rua, e quando tem Hora do Planeta então vem gente aqui falar comigo. 
 
Entre em contato com o Quim por: joaquimneto77@yahoo.com.br 
 
Em tempo: a cidade de Pedreiras ainda não se cadastrou oficialmente na Hora do Planeta 2014. O WWF-Brasil ainda aguarda o Termo de Adesão preenchido pela prefeitura local com os ícones que serão apagados em 2014. 
 
" />Cartaz que marca a participação da Praia do Forte, na Bahia: 4.353 lâmpadas desligadas na Hora do Planeta 2014<br />© CentroTour
Mais uma vez a turística Praia do Forte, localizada no município baiano de Mata de São João, participa com força total da Hora do Planeta 2014. A ação coletiva envolve comunidades, empresas, organizações e instituições locais – um esforço conjunto que, além de desenvolver a educação ambiental, incentivará o desligamento de 4.353 pontos de luz na região. Além da Praia do Forte, o município baiano lista em Termo de Adesão a Alameda do Sol e a Praça da Alegria
 
Foi feito um programa de adesão para o cadastro dos estabelecimentos participantes e das lâmpadas a serem desligadas. Uma importante parceria foi feita com o envolvimento da Prefeitura de Mata de São João, destacada no cadastro dos municípios participantes como a primeira cidade da Bahia a aderir, e a segunda da Região Nordeste do País. 
 
A empresa de serviços em turismo CentroTour é a responsável pela mobilização. Aparecem como apoiadores a Prefeitura de Mata de São João, a Turisforte (Associação Comercial e Turística da Praia do Forte), a Central Forte de Negócios, o Projeto Tamar, o Instituto Baleia Jubarte, o Projeto Floresta Sustentável, a Fundação Garcia D´Ávila e o projeto Jogue Limpo.
 
Entre os estabelecimentos que se cadastraram para participar da Hora do Planeta 2014 na cidade estão o Iberostar Hotel Praia do Forte, as pousadas Porto da Lua e Sobrado da Vila, a Praia do Forte Turismo, o restaurante Terreiro Bahia, a creperia Bananas Crepes e Saladas, a loja de joias Sancy Brazil e o Nori Depósito de Bebidas
 
Em 2013, a Praia do Forte, importante polo turístico do litoral baiano, contribuiu para a ação com o desligamento de 3.647 lâmpadas.
 
Participe também!
 
 Chame amigos e familiares e venha comemorar a Hora do Planeta com o WWF-Brasil!<br />© WWF-BrasilPela primeira vez São Paulo será a sede nacional da Hora do Planeta, maior movimento mundial contra o aquecimento global, promovido no País pela organização ambientalista WWF-Brasil. No sábado, 29 de março, um interruptor gigante instalado na Praça Victor Civita, em Pinheiros, irá apagar simbolicamente todas cidades brasileiras participantes e iniciar oficialmente à Hora do Planeta no Brasil. 
 
O evento terá apresentação do Grupo de Dança Pélagos, uma EcoPista (pista de dança que gera e armazena energia) e algumas surpresas relacionadas a dois embaixadores da campanha: o Homem-Aranha e o homem do farol
 
Todos estão convidados a demonstrar sua preocupação com o planeta levando velas, lanternas e cartazes. Chame amigos e familiares e venha comemorar a Hora do Planeta com o WWF-Brasil!
 
"O evento oficial é o momento de reunirmos parceiros, apoiadores e a população em geral em torno desse grande ato simbólico que une mais de 7000 cidades no mundo todo", afirma a superintendente de Comunicação, Marketing e Engajamento do WWF-Brasil, Renata A. Soares, lembrando que esse ano a Hora do Planeta tem o slogan "Use seu poder para salvar o planeta", um estímulo para engajar as pessoas no movimento e simbolizar que todos nós temos poder para fazer mudanças. Renata também cita o importante apoio dos atores Tainá Müller e Reynaldo Gianecchini, que esse ano são os embaixadores oficiais da Hora do Planeta no Brasil.
 
Todos temos o poder
 
O personagem Homem-Aranha é o primeiro super-herói a ser nomeado embaixador global da Hora do Planeta – o que foi possível por meio de uma parceria pioneira com a Sony Pictures. Herói do filme "O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro",  com lançamento previsto para 01 de maio no Brasil, o personagem, junto com os atores Andrew Garfield, Emma Stone, Jamie Foxx e o diretor Marc Webb, apoiam uma iniciativa global de arrecadação de recursos para projetos ambientais no mundo todo. O filme é "eco-friendly" e teve considerações com o meio ambiente em toda a produção.
 
Já o homem do farol, um simpático personagem criado pela agência Grey Brasil, é morador e administrador de um farol, e não poderá desligar suas luzes na Hora do Planeta – mas faz de tudo para engajar os brasileiros no movimento do dia 29 de março. Ele será o responsável pelo acionamento do interruptor gigante. 
 
O evento Hora do Planeta 2014 em São Paulo conta com o apoio do Grupo Abril e Praça Victor Civita, da Sony Pictures, da empresa Ecogreens e do Grupo de Dança Pélagos.
 
Confirme sua participação na página do evento no Facebook
A TAM e WWF-Brasil: parceiros desde 2012 por meio do Clube Corporativo<br />© WWF-BrasilQuem viajar de TAM durante o mês de março irá receber uma dica bem importante: "use seu poder e salve o planeta". A frase faz parte do anúncio (foto) publicado na revista TAM Nas Nuvens, distribuída em todos os voos da companhia aérea. A peça foi produzida pelo WWF-Brasil especialmente para a publicação.
 
Por meio do seu Clube Corporativo, o WWF-Brasil conta com a parceria da companhia aérea desde 2012.  A TAM apoia os projetos desenvolvidos pela organização em todo o País e, em contrapartida, o WWF-Brasil se encarrega de engajar os funcionários da empresa em suas campanhas.
 
Como as empresas podem participar
 
Existem diversas formas para sua empresa fazer parte da Hora do Planeta 2014 – que acontece no dia 29 de março (sábado), entre 20h30 e 21h30. O apoio pode se dar apagando as luzes não essenciais durante sessenta minutos, na data e hora marcadas, divulgando a mensagem da Hora do Planeta entre os parceiros, clientes e colaboradores ou tornando-se um patrocinador oficial.
 
Oficialize a participação de sua empresa na Hora do Planeta cadastrando-a pelo formulário que aparece na seção "Empresas" aqui no site. Lá é possível também encontrar todos os detalhes de como se tornar parceiro do maior ato global contra o aquecimento global e as mudanças climáticas.
 
A atriz irá convidar as pessoas a © Daryan DornellesEngajada na causa ambiental, a atriz Tainá Müller aceitou o convite do WWF-Brasil para ser a Embaixadora da Hora do Planeta em 2014. No ar na novela Em Família, da Rede Globo, Tainá irá atuar como uma porta-voz da campanha ajudando a engajar o maior número de brasileiros para o apagar das luzes do sábado, 29 de março. Na entrevista, a atriz conta por que aceitou o convite e como atua no seu poder no dia a dia para colaborar com a conservação planeta.
 
Como aconteceu seu envolvimento com o WWF-Brasil? 
Uma amiga da época que eu fazia teatro em São Paulo trabalha no WWF-Brasil. Ela me contou sobre o trabalho da ONG, ficou horas me explicando como funcionava, e eu me animei. Já fazia tempo que eu queria me engajar na causa ambiental. 
 
O que mais te atraiu na atuação do WWF-Brasil?
Além do trabalho como um todo, que é muito sério, achei a ação deles eficaz justamente por eles também trabalharem diretamente com empresas – que é um setor que polui muito, mas que também pode ajudar bastante. 
 
Você se tornou embaixadora da Hora do Planeta 2014. O que você irá fazer?
Vou ser uma porta-voz do movimento, que é o maior no mundo todo contra o aquecimento global. A ideia é ajudar a disseminar a mensagem, pedir para as pessoas participarem – apagando as luzes no dia 29 de março – e mais que isso: convidá-las a rever suas atitudes cotidianas.
 
É muito importante ter uma pessoa pública ajudando nisso, não?
A exposição ajuda, sim. Mas penso nessa questão desde criança. E eu sei que muitas pessoas também pensam, mas não sabem muito bem o que fazer. 
 
Muitas pessoas enxergam essa causa como perdida. Você é uma otimista com relação a essa questão?
Ser alarmista e negativa faz com que você se anestesie e acabe não fazendo nada. O homem chegou tão longe com sua imaginação e vontade de sobreviver, por que agora desistir de sua "casa", se abandonar ao próprio extermínio? Sempre há algo a fazer, só não podemos ter medo – de exigir, de fiscalizar, de brigar para evitar que se destrua o que é fundamental para manter a vida na Terra. É essa a consciência que pretendo ajudar a disseminar. 
 
E como você faz isso no seu dia a dia, para "além da hora"?
Começo tratando todo mundo bem e exigindo ser tratada da mesma forma. 
Para mim, o maior desafio é não esquecer o outro, é lembrar que cada pessoa que você esbarra na rua merece o seu respeito. 
 
O que você pensa sobre o modo como o homem utiliza os recursos naturais do planeta?
A gente tem tudo muito "fácil". Abre a torneira e sai água, compra comida em cada esquina. Mas nem sempre foi assim. A água e a comida foram, durante milhares de anos o principal objetivo do ser humano. Por isso acho importante manter a consciência de que os recursos do planeta são limitados – eu sou responsável pela água e energia que gasto, pelo lixo que produzo, pela poluição que gero ao andar de carro. Mantendo isso em mente, saindo do "automático", posso ter atitudes cotidianas que minimizam os danos. 
 
O que você acha da postura do Brasil no que toca às questões ambientais?
Infelizmente estamos engatinhando nesse sentido. Desde não conseguimos frear o desmatamento até tomamos banho de mar onde desembocam esgotos e não nos importamos com isso. É só ver o Rio de Janeiro, uma cidade com uma natureza deslumbrante, mas que está agonizando com areias poluídas e mar na maioria das vezes impróprio para o banho. Precisamos entender que reverter a destruição ambiental está diretamente ligado à saúde, à educação, ao transporte, à distribuição de renda e assim por diante.
 
O designer gráfico Quim com o © DivulgaçãoDesde 2011, Joaquim Grigório Cantanhêde Neto, conhecido por Quim, 24 anos, é um dos principais protagonistas da Hora do Planeta na cidade de Pedreiras, no interior do Maranhão. Designer gráfico, o jovem é um exemplo de ativismo e mobilização, e por meio da mensagem e da força de comunicação da Hora do Planeta usa o movimento para alcançar resultados concretos na sua comunidade.
 
Muito além do apagar dos ícones, Quim coordena uma verdadeira campanha local com a mobilização em escolas, contatos com a imprensa e produção de vídeos e peças de campanha. Entre os resultados cita a criação pela prefeitura local da Cooperativa de Resíduos Sólidos, para enfrentar um dos principais problemas da região. "Na minha visão, o maior benefício da Hora do Planeta é justamente colocar em pauta a questão ambiental, algo que ainda é pouco discutido aqui", afirma ele. Inspire-se pela entrevista do rapaz.
 
O que você viu na Hora do Planeta que te fez se identificar tanto com o movimento?
O que me fez, de certa forma, incorporar esse movimento ao meu estilo de vida foram exatamente os problemas ambientais que eu percebia aqui na minha cidade (Pedreiras/Maranhão). Nós temos um lixão aqui, de grandes proporções, próximo dele nós temos um igarapé, a cidade também tem um bosque, temos um riacho e o rio principal, o Rio Mearim. Então, foi a forma como as coisas se dão aqui, a falta de campanhas e iniciativas ambientais, fez com que eu sentisse vontade de espalhar e difundir a ideia, e a aderir. Depois fui chamando outras pessoas.
 
E por onde você começou?
Eu cursava geografia, conheci o evento pela internet e fui pesquisar, me atualizar sobre o que se tratava, como ele acontecia aqui no Brasil, quais as cidades que aderiam. E depois disso eu me perguntei por que Pedreiras não poderia participar também. Então eu convidei alguns amigos da faculdade, o mais próximos na época, e começamos a tentar tirar as ideias do papel. Aí esse pequeno grupo levou essa história para toda a turma do curso de geografia. E por essa via a gente participou pela primeira vez, em 2011. 
 
E o que você fizeram?
Nós apagamos as luzes da avenida principal da cidade, a Avenida Rio Branco, onde ficam os principais comércios; apagamos também algumas praças; visitando algumas escolas fazendo campanha; fizemos vídeos para a TV local, divulgamos fotos. De alguma forma, a gente difundiu e espalhou o movimento principalmente entre a juventude – que é quem mais apoia a Hora do Planeta em Pedreiras. 

 
Então vocês foram atrás da Prefeitura...
Fomos. Na verdade, a gente primeiro procurou saber como fazer. Fomos ao Ministério Público, nos informamos sobre como poderíamos proceder, o MP nos direcionou, nos orientou a procurar a Prefeitura, nós conversamos com gestores, com o Secretário de Meio Ambiente, e não houve barreiras. Apagar as luzes propriamente foi algo que conseguimos de forma até tranquila. Nós tínhamos um projeto que explicava o evento, apresentamos esse material, e a partir do momento em que as autoridades compreenderam o movimento seguiu sem problemas. 
 
Mas você vai além disso, não? Você produz vídeos, sempre posta coisas no FB sobre o assunto – ou assuntos correlatos...
É verdade (risos)...
 
De onde vem suas ideias, como você se organiza para essas suas ações individuais?
Eu trabalho na área do audiovisual, de criação. Sou designer gráfico. Então junta essa questão de meio ambiente, de realmente gostar dessa temática, tento sempre me envolver, acredito que o mundo pode ser um pouco mais sustentável, com criatividade. E é exatamente isso que eu acho bacana na Hora do Planeta: a possibilidade de, em prol de um evento, unir sustentabilidade e criatividade. E aí eu vou encaixando as coisas, ir para as ruas, fazer as filmagens. O evento é global, de grandes proporções, mas a gente tenta puxar uma característica local, de problemas nossos nessa área. Isso para que os pedreirenses possam se identificar. Eu entendo que é mais fácil a gente atrair pessoas para o evento apresentando problemas daqui do que de outros lugares.
 
Então você diria que, nessa questão ambiental, o maior problema de Pedreiras está relacionado com o destino do lixo, com a ameaça a essas áreas de igarapé, do rio etc.?
Com certeza. Para você ter uma ideia, a cidade apresenta um déficit nessa questão de lixeiras [públicas], você anda pelas vias públicas e não encontra nenhuma! A gente tem muita dificuldade de encontrar locais corretos para descartar o lixo propriamente e também o que pode ser reciclado. A gente tem que colocar o lixo no bolso e trazer para jogar em casa (risos). Aqui essa questão da lei de destinação de resíduos sólidos se encontra defasada, e é justamente porque você não vê nenhuma mobilização para, por exemplo, encontrar meios alternativos para descarte do lixo ou para que esse lixão acabe. Muitas embalagens – sacolas plásticas etc. – que são descartadas na rua vão parar no rio. E a gente já sente as consequências dessa má destinação com o problema das enchentes. Pedreiras é nacionalmente conhecida por essa questão. Pelo fato de haver muitas casas próximas ao rio, nas margens etc., nós temos um problema crônico com danos causados pelas enchentes. É um transtorno, cara. O apocalipse (risos). 
 
Desde que você começou esse trabalho de forma mais sistemática, lá em 2011, você sentiu mudanças na cidade?
Algumas. Eu citaria a implantação da Cooperativa de Resíduos Sólidos – até então essa questão não era sequer comentada. Esse foi um projeto da Prefeitura que surgiu dentro do contexto da Hora do Planeta. Mas são mudanças tímidas. Mas a gente vê algumas pessoas buscando usarem menos seus carros e motos – e a frota de motos na cidade é enorme –, vê as pessoas andando mais a pé, procurando destinar de forma correta os resíduos. A questão ambiental como um todo, aqui em Pedreiras, tem sido mais discutida. Um exemplo é a criação do Grupo Tupiniquins. 
 
O que é esse grupo?
Depois que todo mundo se formou na faculdade cada um foi para um canto. Daí surgiu a necessidade de formar um grupo para a gente continuar em contato. E ele não aborda apenas a questão da Hora do Planeta, a gente aborda outros assuntos que estão relacionados ao meio ambiente. Na minha visão, o maior benefício da Hora do Planeta é justamente colocar em pauta a questão ambiental, algo que ainda é pouco discutido aqui.
 
E como vocês se articulam, quantas pessoas fazem parte desse grupo?
São 15 pessoas. Geralmente a gente tenta se inteirar das questões ambientais e políticas da cidade. Quando tem algum protesto envolvendo a questão ambiental geralmente a gente participa – muitas vezes da própria organização. Há um povoado aqui chamado São Raimundo onde tem um poço que jorra água 24 por dia – por conta de uma obra do Governo Federal. Isso levou os moradores a fazerem um protesto, e o Grupo Tupiniquins deu suporte para as pessoas poderem se organizar e fazer suas reivindicações. Afinal de contas, um poço que jorra 24 horas é um problema ambiental. Atuamos também na conscientização das pessoas, indo até as escolas, falando sobre as questões ambientais. Mas por uma questão de tempo, todo mundo trabalha em outras coisas, nossa maior realização são as ações ligadas à Hora do Planeta.
 
Você deve ser bem famoso na cidade por conta de toda essa atuação, não?
Um pouco, um pouco... (risos). Alguns me cumprimentam na rua, e quando tem Hora do Planeta então vem gente aqui falar comigo. 
 
Entre em contato com o Quim por: joaquimneto77@yahoo.com.br 
 
Em tempo: a cidade de Pedreiras ainda não se cadastrou oficialmente na Hora do Planeta 2014. O WWF-Brasil ainda aguarda o Termo de Adesão preenchido pela prefeitura local com os ícones que serão apagados em 2014. 
 
">