O renascer da esperança

Não há como negar a importância do Natal. Quase o mundo todo “pára” nesta data – seja pelo contexto religioso, histórico e até mesmo o comercial. As ruas ficam diferentes, as pessoas ficam mais receptivas… O “clima de paz” parece tomar conta pelo menos por alguns dias.
Por ser um acontecimento próximo da virada de ano e por todo o significado que tem para a humanidade creio que realmente o Natal simboliza a esperança, a renovação. Nós “respiramos aliviados” por alguns momentos lembrando que Cristo veio ao mundo trazer a paz – e que na verdade esta deveria “reinar” durante o ano todo.
Há ainda uma momentânea ilusão de “fartura”, de mesa cheia, presentes… Sem contar a reunião com familiares que não vemos há algum tempo pela distância ou afazeres do dia-a-dia.
Tudo remete ao nascimento do menino Jesus: presépios, estrelas, luzes que enfeitam as casas – assim como Cristo veio ser Luz no caminho de tantos. O momento já traz tantos momentos gratificantes que fica difícil ir além. Há uma frase que gosto muito: “Milagre não se explica; se vive”. E o Natal nos traz isso: pequenos milagres.
Que este clima, esta esperança se mantenha acesa durante todos os dias do ano. E como repito nesta coluna: que SEMPRE tenhamos a vocação de fazer o bem – apesar das “forças contrárias”!

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